dez 20

Autoconhecimento — Teste de Autoconhecimento

Autoconhecimento.. Se descubra e torne tudo muito mais simples que imagina!

Segun­do algu­mas tradições ori­en­tais, o homem já pos­sui den­tro de si todas as soluções para suas dúvi­das, ele só pre­cisa saber aces­sar a sua inteligên­cia supe­ri­or ou essên­cia, que pode ser traduzi­da por “Self”. Existe um tex­to de Sócrates que traduz essa men­sagem: “Con­hece-te a ti mes­mo e con­hecerás o uni­ver­so e os Deuses”.

Por­tan­to, podemos com­preen­der que o auto­con­hec­i­men­to é impor­tante para que pos­samos nos tornar sen­hores de nos­sas escol­has, con­scientes de nos­sas pos­turas e líderes de nós mes­mos. Aque­le que se con­hece sabe aonde quer chegar, para onde quer ir, e o que faz­er para alcançar sua real­iza­ção pes­soal. Mas, você deve estar se per­gun­tan­do, como eu faço para aces­sar esse lado sub­je­ti­vo que há den­tro de mim, realizar um teste de auto­con­hec­i­men­to?

A tare­fa não é fácil, mas não é impos­sív­el. Exis­tem diver­sos méto­dos e téc­ni­cas, para que você pos­sa encon­trar o que há de mais pre­cioso den­tro de si. Imag­ine a seguinte situ­ação, você aca­ba de rece­ber um mapa con­tendo as instruções para encon­trar um tesouro que vale mil­hões em bar­ras de ouro.

Auto­con­hec­i­men­to

Mas, para chegar até esse tesouro, será pre­ciso faz­er uma lon­ga viagem, enfrentar alguns desafios, e mer­gul­har pro­fun­da­mente em um pon­to do oceano para res­gatar esse prêmio. Você estaria dis­pos­to a encar­ar este desafio? Ago­ra imag­ine que o tesouro é o seu EU, aqui­lo que há de mais divi­no den­tro de você. Na real­i­dade não é tão com­pli­ca­do obter o auto­con­hec­i­men­to, porém o cam­in­ho é a per­sistên­cia!

Con­tu­do, nes­ta viagem, será pre­ciso super­ar medos, enfrentar desafios (pro­gra­mações men­tais neg­a­ti­vas), e mer­gul­har pro­fun­da­mente para den­tro de si, até encon­trar o ver­dadeiro ouro, que é o con­hec­i­men­to. Você quer ser feliz e bem suce­di­do? Então, comece a se con­hecer e a viv­er em equi­líbrio com as leis uni­ver­sais. O ser humano é um micro­cos­mo, uma cópia do que há no macro­cos­mo, que é o Uni­ver­so.

Qual é o seu perfil?

Até que pon­to real­mente nos con­hece­mos? Como saber como ire­mos rea­gir a situ­ações com as quais sequer nos deparamos ain­da? Existe um modo de ante­ci­par nos­sas fraque­zas e faz­er uso de nos­sos pon­tos mais fortes antes mes­mo que sur­jam e se apre­sen­tem os desafios?

É claro que temos uma ideia aprox­i­ma­da a respeito de nos­so eu inte­ri­or, mas muitas vezes nos mostramos para o mun­do de um modo com­ple­ta­mente difer­ente do que supo­mos. Para enten­der como nos por­ta­mos em relação ao  mun­do e aos demais, pre­cisamos nos con­hecer mais a fun­do, saber pre­v­er nos­sas ações e reações, lidar com medos e ansiedades, max­i­mizar poten­ci­ais e capaci­dades e, sobre­tu­do, admi­tir e aceitar nos­sos pon­tos fra­cos e tra­bal­har na mel­ho­ria e avanço dos pon­tos fortes que pos­suí­mos.

Monte seu que­bra cabeça!

O estu­do de seu próprio per­fil, rumo ao auto­con­hec­i­men­to, começa com con­statações bási­cas
a respeito de seus gos­tos e prefer­ên­cias. Há pes­soas, por exem­p­lo, que não tol­er­am enfrentar roti­nas que fujam do horário com­er­cial, enquan­to out­ros pref­er­em ter um horário mais flexív­el e não se impor­tam de tra­bal­har à noite, ou mes­mo em finais de sem­ana. Algu­mas pes­soas pos­suem um per­fil mais prob­lemáti­co em relação à chefia, out­ros pre­cisam de ordens e regras claras para poder tra­bal­har e desen­volver seu poten­cial.

Há ain­da pes­soas que não têm grande destaque social, mas são capazes de realizar feitos inimag­ináveis quan­do soz­in­has e iso­ladas, out­ras pes­soas pre­cisam de um con­vívio fre­quente com os demais, e se veem deprim­i­das quan­do são jogadas em posições
de iso­la­men­to e dis­tân­cia.

Todos nós somos difer­entes e reag­i­mos de modo, muitas vezes, para­dox­al. Essa espé­cie de autoavali­ação é o que per­mite a você, ain­da na idade mais ten­ra, escol­her não ape­nas a profis­são que seguirá, mas tam­bém o tipo de emprego e tra­bal­ho que pre­tende ter, assim como definir como é a evolução ide­al para sua car­reira, de modo a poder faz­er as escol­has cer­tas den­tre as mui-
tas opor­tu­nidades que sur­girão ao lon­go do cam­in­ho.

A parte mais com­plexa do auto­con­hec­i­men­to é a definição de um per­fil com­por­ta­men­tal. Somente podemos pre­v­er nos­sas reações quan­do sabe­mos de fato quais são as tendên­cias de com­por­ta­men­to que esta­mos propen­sos a assumir, nas mais vari­adas condições e situ­ações. O auto­con­hec­i­men­to envolve mui­ta leitu­ra e estu­do, mas tam­bém um grande desprendi­men­to por parte do profis­sion­al. Não há lugar para pre­con­ceitos e posições assum­i­das de antemão, é pre­ciso deixar que suas car­ac­terís­ti­cas e sen­ti­men­tos pos­sam fluir livre­mente.

Con­tu­do, não são todas as pes­soas que são capazes dis­so de for­ma vol­un­tária. Muitas vezes, pos­suí­mos bar­reiras psi­cológ­i­cas que descon­hece­mos e que nos impe­dem de traçar nos­sos per­fis de maneira obje­ti­va e real­ista. Para isso, exis­tem no mer­ca­do uma série de fer­ra­men­tas de auxílio
e apoio ao auto­con­hec­i­men­to e, muitas delas, não são usadas ape­nas por indi­ví­du­os, mas tam­bém por empre­sas na hora de sele­cionar can­didatos e avaliar os per­fis de cada um
deles.

Uti­lizan­do fer­ra­men­tas, ao invés de ini­ciar uma jor­na­da de auto­con­heci­do soz­in­ho, por con­ta própria, um indi­ví­duo é capaz de alcançar mais rap­i­da­mente a sen­sação de plen­i­tude e autor­re­al­iza­ção, ciente daqui­lo que é capaz de lhe moti­var, mas tam­bém do que pode frus­trar seus dese­jos e expec­ta­ti­vas. Por essa razão, é desnecessário seguir soz­in­ho quan­do há inúmeras pos­si­bil­i­dades de apoio a serem bus­cadas em fer­ra­men­tas que já pos­suem uma com­pro­vação cien­tí­fi­ca e metodológ­i­ca.

Usando ferramentas

Algu­mas fer­ra­men­tas podem ser usadas como apoio em jor­nadas de auto­con­hec­i­men­to, tan­to para aux­il­iar na instrução do indi­ví­duo como tam­bém para reduzir a ‘con­t­a­m­i­nação’ dos per­fis traça­dos
por uma pes­soa.

Des­cubra-se

Não se tra­ta ape­nas de “enquadrar” você em um de qua­tro per­fis exis­tentes. Como fer­ra­men­ta de auto­con­hec­i­men­to, o Pro­fil­er está muito mais lig­a­do ao entendi­men­to de suas reações e sen­ti­men-
tos em relação a uma série de acon­tec­i­men­tos e situ­ações do que a um rótu­lo pré-deter­mi­na­do.

Cada per­fil é abrangente e flexív­el, apon­tan­do car­ac­terís­ti­cas que são uma tendên­cia em cada um dos indi­ví­du­os anal­isa­dos, mais do que sim­ples­mente “ditan­do” como essas pes­soas irão se com­por­tar. A ciên­cia do com­por­ta­men­to pre­cisa de flex­i­bil­i­dade, afi­nal, ain­da que pos­samos agir de modo razoavel­mente pare­ci­do, somos indi­vid­ual­mente úni­cos.

Por exem­p­lo, supon­hamos que você seja alguém comu­nica­ti­vo, despo­ja­do e que pos­sui fortes atrib­u­tos como líder caris­máti­co. Por out­ro lado, se abor­rece com tare­fas repet­i­ti­vas e rotineiras e cos­tu­ma ter algu­ma difi­cul­dade de con­cen­tração. O mais prováv­el é que você seja um comu­ni­cador.

O sentido da Auto-observação

Nes­ta lição apren­der­e­mos sobre um pre­cioso sen­ti­do que todos pos­suí­mos, mas que infe­liz­mente,
pelo seu total descon­hec­i­men­to e con­se­qüente desu­so, está atrofi­a­do.
Feliz­mente, con­forme vamos voltan­do a usar este sen­ti­do, este vai nova­mente se desen­vol­ven­do e é
como se fos­se­mos abrindo grad­ual­mente uma janela em nós mes­mos, a qual por muito tem­po
per­maneceu fecha­da e ago­ra per­mite que um pouco de luz entre e ilu­mine nos­so mun­do inte­ri­or, e
dessa for­ma vamos con­seguin­do enx­er­gar pouco a pouco tudo o que ali existe.

Con­forme mais exerci­ta­mos este sen­ti­do mais a janela se abre e con­se­quente­mente mais luz entra, e
assim vamos enx­er­gan­do cada vez mais e mais coisas que até então estavam ocul­tas e que nem
remo­ta­mente sus­peitá­va­mos que exis­ti­am.

Esse sen­ti­do é chama­do de auto-obser­vação e com­preen­der este tema é bási­co e fun­da­men­tal. Não é pos­sív­el nos con­hecer­mos a fun­do sem uti­lizar o sen­ti­do da auto-obser­vação.
Mas afi­nal, o que vamos obser­var em nós? Através da auto-obser­vação ire­mos ver e sen­tir o que se pas­sa nos cen­tros da máquina humana, nos cin­co cen­tros infe­ri­ores que estu­damos na lição ante­ri­or.

E como ver­e­mos nes­ta lição, nestes cen­tros a todo instante algo está ocor­ren­do, e na maio­r­ia das
vezes sem nos­so con­hec­i­men­to e muito menos con­sen­ti­men­to. E como faz­er a auto-obser­vação?
Não há uma téc­ni­ca para se faz­er a auto-obser­vação. Sim­ples­mente, con­hecen­do quais são os cen­tros da máquina humana (int­elec­tu­al – motor – emo­cional – instin­ti­vo – sex­u­al), pas­samos a observá-los, ou seja, dirigi­mos nos­sa atenção para estes cen­tros a fim de perce­ber­mos quais sen­ti­men­tos e pen­sa­men­tos estão se man­i­fe­s­tando ali.

Para isso não é necessário parar de faz­er o que esta­mos fazen­do, seja em casa, no tra­bal­ho ou em qual­quer lugar que se este­ja. Prat­i­can­do a auto-obser­vação você verá que este sen­ti­do nos per­mite ver e sen­tir extra­or­di­nar­i­a­mente o que se pas­sa den­tro de nós e, ao mes­mo tem­po, ter total atenção no mun­do exte­ri­or e ao que esta­mos fazen­do. Na ver­dade, como a práti­ca lhe mostrará, se con­segue ter muito mais atenção e con­cen­tração no que esta­mos fazen­do quan­do esta­mos em auto-obser­vação.

Chegue a plen­i­tude

Ago­ra que já esta­mos com nos­sa atenção dirigi­da para nos­sos cen­tros, deve­mos obser­var o que está
ocor­ren­do ali, sejam pen­sa­men­tos ou sen­ti­men­tos.

Con­forme vimos na lição ante­ri­or, os defeitos psi­cológi­cos atu­am nos cen­tros da máquina humana,
nutrindo-se da ener­gia destes cen­tros e cau­san­do muitos male­fí­cios físi­cos e psi­cológi­cos.
Quan­do dize­mos atu­am, isso sig­nifi­ca que provo­cam, depen­den­do do cen­tro e da natureza do defeito psi­cológi­co, cer­tos tipos de pen­sa­men­tos, sen­ti­men­tos, etc., às vezes incriv­el­mente amar­gos e
dolorosos o sufi­ciente para causar um pro­fun­do sofri­men­to.

A títu­lo de exem­p­lo, rela­cionamos abaixo o que podemos obser­var de mais comum em cada um dos
cin­co cen­tros da máquina humana:

Cen­tro Int­elec­tu­al: pen­sa­men­tos mór­bidos e neg­a­tivos, para com você mes­mo e para com as out­ras pes­soas, como a ira, a luxúria, a inve­ja, a cobiça, a des­on­esti­dade, a traição, o roubo, a maledicên­cia,
etc.
Deve­mos tam­bém obser­var como os pen­sa­men­tos mudam rap­i­da­mente. Pen­samos a maior parte do tem­po nas coisas que fize­mos ou que vamos faz­er, no que vimos na tele­visão, o que dev­eríamos ter fal­a­do ou vamos diz­er a fulano, enfim uma sucessão de pen­sa­men­tos sem con­t­role e nor­mal­mente lig­a­dos ao pas­sa­do ou ao futuro. Toda essa con­fusão de pen­sa­men­tos e
ima­gens men­tais são tam­bém cau­sadas pelos defeitos psi­cológi­cos e podem des­gas­tar muito uma
pes­soa.

Cen­tro Motor: basi­ca­mente neste cen­tro o que podemos obser­var são movi­men­tos feitos
mecani­ca­mente, de for­ma automáti­ca, sem ter atenção sobre eles. Um exem­p­lo clás­si­co é quan­do
dirigi­mos um car­ro e ao mes­mo tem­po esta­mos pen­san­do em várias out­ras coisas e, no entan­to,
con­tin­u­amos a tro­car as mar­chas, acel­er­ar, frear, etc., tudo feito de for­ma automáti­ca.
Ago­ra podemos nos per­gun­tar: Por que uma pes­soa ultra­pas­sa um sinal ver­mel­ho sem se dar con­ta e provo­ca um aci­dente? Por que uma pes­soa atrav­es­sa a rua sem perce­ber que um car­ro está vin­do em sua direção e é atro­pela­da?

Essas coisas só acon­te­cem porque as pes­soas não estão con­scientes de seus movi­men­tos, de seu
cen­tro motor. Pre­cisamos nos esforçar por faz­er os movi­men­tos com atenção.

Cen­tro emo­cional: emoções neg­a­ti­vas de todo o tipo como o ódio (ain­da que sutil­mente dis­farça­do), a inve­ja, o medo (não impor­ta do que seja), a angús­tia, a ansiedade, a impaciên­cia, o apego a coisas e pes­soas, pre­ocu­pações, sen­ti­men­tos exager­a­dos, etc. Um mes­mo defeito psi­cológi­co pode atu­ar, por exem­p­lo, primeiro no cen­tro emo­cional, depois no cen­tro int­elec­tu­al e em segui­da no cen­tro motor. Por exem­p­lo, quan­do alguém diz algo que não gosta­mos. Ficamos bravos (cen­tro emo­cional) e logo pen­samos em rea­gir ou ficamos pen­san­do em muitas coisas que dev­eríamos ter fal­a­do, feito, etc. (cen­tro int­elec­tu­al). Podemos ficar mais iden­ti­fi­ca­dos ain­da com a situ­ação e faz­er gestos ou mes­mo brigar. Observe neste exem­p­lo que toda a máquina humana foi con­tro­la­da pelo ego como se fos­se uma mar­i­onete, pas­san­do a con­tro­lar primeira­mente o cen­tro emo­cional, depois o int­elec­tu­al e por fim o cen­tro motor. Se estiver­mos em auto-obser­vação ver­e­mos que isso acon­tece a todo o momen­to.

Cen­tro Instin­ti­vo: neste cen­tro o que obser­va­mos é o exagero ou abu­so de cer­tos instin­tos nat­u­rais.
Vejamos por exem­p­lo o instin­to mater­no, que faz com que nat­u­ral­mente uma mãe zele pela
sobre­vivên­cia de seu fil­ho. O abu­so deste instin­to seria expres­so na for­ma de uma super-pro­teção por
parte da mãe, fazen­do com que ela cuide e se pre­ocupe exager­ada­mente com seu fil­ho, mes­mo
quan­do este já pos­sui idade sufi­ciente para cuidar de si mes­mo.
Mais comum é o abu­so do instin­to de sobre­vivên­cia, que entre out­ras coisas, nos diz que deve­mos
nos ali­men­tar para sobre­viv­er. Neste caso os defeitos psi­cológi­cos atu­am fazen­do com que a pes­soa
se ali­mente em dema­sia, comen­do muito mais do que neces­si­ta para sobre­viv­er. É o con­heci­do
defeito da gula.

Cen­tro sex­u­al: abu­so das ener­gias sex­u­ais. A ener­gia cri­ado­ra do sexo é infini­ta­mente a mais
poderosa que pos­suí­mos e que o ego gas­ta besta­mente ven­do filmes, cenas, anún­cios, explici­ta ou
implici­ta­mente pornográ­fi­cos ou imorais, pen­sa­men­tos mór­bidos, con­ver­sas des­on­es­tas, etc.
O abu­so das ener­gias sex­u­ais leva, cedo ou tarde, à impotên­cia sex­u­al.
No começo con­seguimos nos auto-obser­var muito pouco, talvez algu­mas vezes por dia ape­nas.
Isso varia de pes­soa para pes­soa, depende do quan­to está atrofi­a­do este pre­cioso sen­ti­do. Porém,
com a práti­ca, esse tem­po de auto-obser­vação vai grad­ual­mente aumen­tan­do e pas­samos a nos
auto­con­hecer cada vez mais, jogan­do mais luz em nos­so inte­ri­or e ven­do como real­mente somos
inte­ri­or­mente.

E quan­do esta­mos em auto-obser­vação e percebe­mos a atu­ação de algum defeito psi­cológi­co, o que faz­er para que este seja elim­i­na­do?

Por isso des­de já pra­tique muito a auto-obser­vação, exercite e desen­vol­va este sen­ti­do porque dele
depen­derá sua mudança inte­ri­or!

Como despertar a consciência?

Exis­tem téc­ni­cas sim­ples para poder­mos chegar aonde quer­e­mos, con­tu­do é um cam­in­ho lon­go a se per­cor­rer deve­mos ter mui­ta dis­ci­plina! Um dos mel­hores méto­dos para chegar­mos ao des­per­tar da con­sciên­cia e tam­bém nos levar ao auto­con­hec­i­men­to é MEDITARcom a med­i­tação vamos chegar ao nos­so EU SUPERIOR e con­seguir se conec­tar com nos­so mais pro­fun­do sen­ti­men­to!

Lei da Atração – O que é? Como atrair!

Numerolo­gia – o que é?

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