nov 28

Mandalas e seus poderes!

O que são Mandalas?

Man­dala sig­nifi­ca cír­cu­lo em palavra sân­scrito. Man­dala tam­bém pos­sui out­ros sig­nifi­ca­dos, como cír­cu­lo mági­co ou con­cen­tração de ener­gia, e uni­ver­salmente a man­dala é o sím­bo­lo da inte­gração e da har­mo­nia.

Con­sid­er­a­da uma chave para o auto­con­hec­i­men­to e a paz inte­ri­or nas tradições ori­en­tais, a man­dala é uma imagem sim­bóli­ca que, usa­da como obje­to de med­i­tação, pode pro­mover uma pro­fun­da trans­for­mação inte­ri­or.

No bud­is­mo, a man­dala é um tipo de dia­gra­ma que sim­boliza uma man­são sagra­da, o palá­cio de uma divin­dade. Geral­mente, as man­dalas são pin­tadas como thangkas e rep­re­sen­tadas em madeira ou met­al ou con­struí­das com areia col­ori­da sobre uma platafor­ma. Quan­do a man­dala é fei­ta com areia, logo após algu­mas cer­imô­nias, a areia é joga­da em um rio, para que as bênçãos se espal­hem.

O pon­to prin­ci­pal da man­dala é o seu cen­tro, ao redor do qual o desen­ho se desen­volve. Tam­bém chama­do de cam­po de desen­volvi­men­to do desen­ho da man­dala, é fecha­do por uma lin­ha con­tínua e cir­cu­lar, dividin­do o espaço em parte inte­ri­or e parte exte­ri­or.

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Man­dala verde.

Tipos de Mandalas

Espon­tâneas: são man­dalas que nascem do incon­sciente, sem uma elab­o­ração men­tal. Por exem­p­lo, desen­har um sim­ples pon­to no papel e ao redor dele cri­ar for­mas livres. Existe um movi­men­to cres­cente que estim­u­la a
for­mação deste tipo de man­dala, porque elas aflo­ram do incon­sciente “mostran­do”, para um ter­apeu­ta, o que acon­tece com o indi­ví­duo que a faz.

Racionais: são man­dalas cri­adas a par­tir de uma sim­bolo­gia com final­i­dade
deter­mi­na­da. Como as man­dalas pes­soais, por exem­p­lo, que através do nome e data de nasci­men­to são dire­cionadas para o auto­con­hec­i­men­to e desen­volvi­men­to pes­soal do indi­ví­duo. São elab­o­radas pela razão. Na maior parte das vezes são mon­tadas sem mui­ta inspi­ração con­sciente.

Origem: den­tro des­ta cat­e­go­ria elas cos­tu­mam ser clas­si­fi­cadas em ori­en­tais e oci­den­tais. No Ori­ente, a cri­ação das man­dalas quase sem­pre tem moti­vações reli­giosas e fazem parte de um rit­u­al, com a final­i­dade de movi­men­tar as ener­gias das divin­dades. São as chamadas de “Yantras” e muitas vezes são traçadas no chão com pós col­ori­dos e out­ros ele­men­tos, como flo­res e incen­sos. No Oci­dente são cri­adas para uso arquitetôni­co e dec­o­ra­ti­vo, servem mais para enfeitar, e poucos têm noção de sua importân­cia vibra­cional.

Final­i­dade: as man­dalas são usadas de maneira sagra­da e pro­fana. Seu uso sagra­do é na con­strução de tem­p­los, como as rosáceas cristãs, que enfeitam cat­edrais. Já o uso pro­fano são as man­dalas desen­hadas em roupas, jóias, logoti­pos, janelas e desen­ho dos pisos das casas.

For­mação: nes­ta cat­e­go­ria, as man­dalas são clas­si­fi­cadas em: base numéri­ca, for­mas geométri­c­as e cores. Sobre ess­es ele­men­tos falare­mos pos­te­ri­or­mente expli­can­do cada um deles.

Para que servem as Mandalas?

A final­i­dade primeira de uma man­dala é traz­er “ordem ao caos inte­ri­or” de uma pes­soa, uma vez que ela é uti­liza­da como instru­men­to para o desen­volvi­men­to pes­soal e espir­i­tu­al com a final­i­dade de resta­b­ele­cer a saúde inte­ri­or e exte­ri­or.

Pode ser uti­liza­da para cura emo­cional, que refle­tirá pos­i­ti­va­mente no esta­do físi­co, trazen­do mais saúde e vig­or. É pro­por­cionar o auto­con­hec­i­men­to e equi­li­brar a saúde psíquica, amplian­do a con­sciên­cia, fazen­do com que o indi­ví­duo encon­tre sua essên­cia div­ina, seu Eu Supe­ri­or.

Des­de os tem­pos mais remo­tos até os dias atu­ais, as man­dalas são usadas como: focos de med­i­tação, para atrair abundân­cia mate­r­i­al, para amenizar as difi­cul­dades, cap­tar ener­gia, har­mo­nizar o ambi­ente e trans­for­mar vibrações neg­a­ti­vas em pos­i­ti­vas.

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Man­dala fei­ta com areia Indi­ana

A man­dala tam­bém tra­bal­ha os aspec­tos pes­soais: físi­co, emo­cional e energéti­co. No aspec­to físi­co, pro­move o bem estar, o relax­am­en­to e previne o estresse. No aspec­to emo­cional, pode tra­bal­har con­teú­dos ori­un­dos de
emoções anti­gas, atu­ais ou futuras, porque ela sinal­iza as emoções que irão sur­gir. No aspec­to energéti­co ela ati­va, ener­giza e irra­dia, poden­do har­mo­nizar ambi­entes físi­co ou pes­soal car­rega­dos neg­a­ti­va­mente.

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